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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Mídia omite suicídio de empresário e ultrapassa fronteira entre jornalismo e propaganda, por Wilsom Roberto Vieira Ferreira.



Telejornais da mídia corporativa simplesmente omitiram ou relegaram à categoria de "fatos diversos" a notícia mais relevante da última quinta-feira. Uma notícia que à opinião pública avaliar o atual estágio de crise social e econômica: diante do ministro de Minas e Energia e do governador do Estado, um empresário se matou com um tiro na boca em Simpósio do setor em Sergipe. Ato extremo diante da insolvência da sua empresa diante das dívidas do fornecimento de gás natural. Com os terremotos semanais da Vaza Jato, a grande mídia cruzou as fronteiras que separam o jornalismo da propaganda – passou a omitir tudo que, ou esteja fora do script da guerra semiótica criptografada (a usina produtora de crises Bolsonaro/Mídia e geradora de notícias dissonantes), ou que contradiga a atual estratégia de enaltecimento moral do empreendedorismo na massa de desempregados e desalentados: a fé de que é possível a força de trabalho se transmutar em capital com “otimismo”, “determinação” e superação”.

Todos sabemos que as manipulações midiáticas não se limitam apenas ao viés (ou “frame”) pelo qual é mostrada uma notícia, ou pelas peripécias na ilha de edição ao pinçar aquilo que é mais conveniente ao script elaborado pelos dos aquários das redações.
Também, a manipulação ocorre naquilo que não é mostrado, colocado fora da pauta ou, no mínimo, fora da escalada pela qual começa todo telejornal. Tendemos a considerar aquilo que é mais importante pelo destaque que é dado ao telejornal. O que não for pautado, ou não existiu ou é considerado menos relevante.
A omissão, nos principais telejornais de rede da grande mídia, do suicídio do empresário de Sergipe no setor de cerâmica, Sadi Gitz, ocorrido nessa quinta-feira, é um desses casos para deixar uma pulga atrás da orelha. Jornal Nacional da Globo, SBT Brasil e Jornal da Record, Globo News e Record News simplesmente omitiram, ou deixaram em segundo plano como uma tragédia de ordem pessoal. 
Gitz era dono da indústria de cerâmica Escurial, um dos líderes empresarias do Estado que enfrentava dificuldades e atualmente estava em recuperação judicial pelas dívidas resultantes pelo alto preço no fornecimento de Gás natural.
Qual a relevância desse fato? Ele participava na manhã de quinta do “Simpósio de Oportunidades – Novo Cenário do Gás Natural de Sergipe”. Diante do governador do Estado e do Ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque. Antes dar um tiro na sua própria boca, chamou o governador de “mentiroso”. 
Gitz teve o seu acordo de dívida negado pelo governador (*sobre isso, leia a resposta do Secretário do Estado de Comunicação do Governo de Sergipe). Apesar de Sergipe ser o terceiro maior produtor de gás natural do Nordeste, os preços são elevados. A empresa questionava que a política de preços da Sergas (Sergipe Gás) era juridicamente ilegal. Gitz tinha decidido pelo fechamento da empresa, fundamental para o desenvolvimento e geração de empregos do polo industrial de Socorro.

Sadi Gitz (foto: Prefeitura de Aracaju)

O discurso pronto midiático  

Portanto, todos os elementos dessa notícia seriam publicamente relevantes. 
Mas, as empresas jornalísticas têm um discurso pronto para justificar a não veiculação de notícias sobre suicídios – existiria um certo tipo de convenção profissional extraoficial de que suicídios não devem ser noticiados por dois motivos: (a) por ser um ato extremamente íntimo e pessoal; (b) a publicação massiva da notícia pode motivar pessoas predispostas a esse ato extremo. Aquilo que estudiosos chamam de “efeito copycat” ou de imitação.
Mas é claro que são argumentos oportunistas sacados do bolso do colete. Quantas vezes notícias suicídio de pessoas famosas do meio artístico e da indústria do entretenimento foram noticiadas sem o maior pudor ou constrangimento? Desde Kurt Cobain e o ator Robin Williams ou de brasileiros como a atriz Leila Lopes e o sensacionalismo sobre as diversas tentativas de suicídio do cantor Rafael Ilha.
Durante toda quinta-feira, a grande mídia concentrou fogo sobre a aprovação do texto da Reforma da Previdência na Câmara e, no dia seguinte, o otimismo do onipresente “mercado” (que nunca especificam que é o “especulativo financeiro”) pela aprovação e a ida do texto da Reforma para a Plenária.


Bora empreender!...

A questão é que, do outro lado da moeda dessa pauta da Reforma da Previdência, está a turbinagem do otimismo e o enaltecimento moral do empreendedorismo. “Bora empreender, Brasil!”, exortam peças publicitárias do banco Santander. Certamente, notícias de suicídios de empreendedores falidos pela política de preços de insumos não é nada bom para o discurso que diariamente está sendo empurrado goela abaixo dos brasileiros.
Um discurso que tenta mitigar a crise econômica crônica do desemprego e paralisia do setor produtivo e infraestrutura com a fé de que a força de trabalho (desempregada) pode, um dia, magicamente se transformar em capital. Claro, com as maquininhas de crédito/débito vendidas pelos bancos que, no futuro, irão faturar obscenamente com a privatização da Previdência.
Em postagem anterior víamos como os telejornais estão focados na elevação do astral dos brasileiros: de pessoas desempregadas ao relento vendendo café e bolos em frente às estações de metrô noticiados sob o viés da “variedade da gastronomia de rua”, cantando loas ao “empreendedorismo”, à moralização da meteorologia (o sol como “boa notícia”) e a transformação de eventos esportivos das periferias (Copa das Favelas em São Paulo, por exemplo) como metáforas da “superação”, “determinação” e “otimismo” – segundo o jornalismo corporativo, ingredientes necessários para que ocorra a magia da transmutação da força de trabalho em capital – clique aqui.

Guerra semiótica criptografara: um show que nunca termina

A usina de crises criptografadas

A omissão da trágica noticia de Sergipe de tamanha relevância (para um líder de elite empresarial, branco, chegar a esse ato extremo, imagina quantos outros anônimos excluídos e vulneráveis estão, consciente ou inconscientemente, dando cabo da própria vida) é mais uma evidência de que a atual guerra semiótica é bem diversa do que aquela que a esquerda estava acostumada a enfrentar.
Supostamente a Globo vive uma guerra particular com Bolsonaro, com suas diversas ameaças à poderosa emissora. Tudo faz parte de uma estratégia diversionista de propaganda por dissonância e até psicologia reversa.
Por exemplo, o quadro “Isso a Globo não mostra” do Fantástico (o próprio título é uma meta ironia de todos críticos históricos da emissora) repercute as bizarrices retóricas dos membros do governo como fosse uma declaração de guerra – na qual os próprios blogs “de esquerda” caem facilmente, repercutindo como fosse evidência de “crise política” da poderosa Globo contra Bolsonaro. Um grande simulacro, como se a Globo hackeasse a si própria...
“O governo Bolsonaro é uma usina de crises”, afirmou certa vez o presidente da Câmara Rodrigo Maia, que supostamente viveria às turras com o Governo. E, de repente (por disparos como esse), é alçado a condição de racionalidade pela mídia seja corporativa e progressista, num governo de limítrofes e de bobagens diárias.
 Filhos do Bolsonaro tretando no twitter com generais, generais sendo demitidos do governo, Olavo de Carvalho medindo forças com militares e xingando políticos da própria base aliada, a “carta-bomba” de Paulo Portinho compartilhada por Bolsonaro nas redes sociais (clique aqui), Rodrigo Maia ironizando o clã Bolsonaro, o ministro da educação na sua guerra particular contra universidades públicas até chegar ao flagra de tráfico de drogas internacional do militar da aeronáutica pego com 39 quilos de cocaína em avião presidencial na Espanha – cujo “frame” da grande mídia é “militar transportando droga”.

Vaza  Jato: tudo aquilo que é tóxico para a guerra criptografada de Bolsonaro

Aquilo que está fora do script

Tudo isso faz parte de uma guerra semiótica de geração contínua de dissonâncias, guerra criptografada. Podemos achar até arriscada e irresponsável. Mas eles sabem que as ruas estão vazias e as esquerdas desarticuladas e, por isso, têm espaço para essas, por assim dizer, “licenças poéticas”.
TV Globo repercute tudo... menos aquilo que não faz parte do script dessa guerra criptografada: a desconstrução da imagem de super-herói do ministro da Justiça Sérgio Moro por Glenn Greenwald e o site Intercept, e o rompante suicida de um líder empresarial falido.
Essas são também dissonâncias, mas externas ao jogo proposto pelo Governo Bolsonaro, jogado pela grande mídia e ingenuamente (?) pela própria esquerda. Uma, veio da externalidade um jornalista norte-americano. E a outra, de alguém quis pular fora de toda essa loucura e fugir para a externalidade do outro mundo.

Noam Chomsky

Baseando-se nas observações do linguista Noam Chomsky, a estratégia semiótica de Bolsonaro é análoga a de Donald Trump nos EUA: todo dia o Governo alimenta a pauta da mídia com um estímulo ou uma mentira para se manter sob os holofotes e ser o centro das atenções – clique aqui.
Enquanto isso, o “flanco selvagem” do Governo e Congresso (equipe econômica e bancadas temáticas – Bala, Bíblia, Boi etc.) tocam as medidas neoliberais de interesse da banca financeira, cuja privatização da Previdência é a faceta mais visível. 
Se no plano da retórica e propaganda Bolsonaro governa para o seu núcleo duro fundamentalista de extrema direita (arregimentar as milícias digitais e reais e elevar o moral dos 30% da opinião pública visceralmente anti-PT)), em última instância esse governo só chegou e permanece no poder pelas expectativas dos bancos e especulação financeira. 
O episódio de omissão de um episódio impactante e relevante como o suicídio do empresário Sadi Gitz, só comprova o prognóstico desse humilde blogueiro em postagem anterior: com o impacto das revelações do site Intercept, chegou o momento da última cruzada da grande mídia na defesa dos seus interesses rentistas: a transformação explícita do jornalismo em propaganda política.
Primeiro pela torcida descarada pela reforma da Previdência da parte de repórteres setoristas e analistas políticos ao vivo nas coberturas do Congresso. E, segundo, pela simples omissão de notícias relevantes para a opinião pública. 

No seu texto, vc coloca que o empresário Sadi Gitz teve seu acordo de dívida negado pelo governador. 
Não houve isso. 
A dívida dele não era com o governo do estado, mas com a Sergás, empresa de fornecimento de gás aqui de Sergipe, onde o governo do estado detém apenas 17% na sociedade, sendo a Petrobras e a Mitsui, os dois sócios que mantém as maiores cotas acionarias. 
Nunca o governador Belivaldo Chagas foi sequer procurado pelo empresário para discutir sua dívida, portanto, não teria como negar algo que nunca lhe foi solicitado. 
Sobre a dívida com a Sergas, mesmo que o governador tivesse sido procurado, nada poderia fazer, pois ela possui regras de governança, conselho administrativo e as decisões são tomadas em um colegiado onde o governo do estado é o minoritário. 
Sales Neto
Secretário de Estado da Comunicação Social do governo de Sergipe

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Por que o 'Jogo da Baleia Azul' já provocou centenas de tentativas de suicídio?, por Pragmatismo Político.



Jogo da Baleia Azul preocupa o Brasil e o mundo. Centenas de pessoas, sobretudo adolescentes, já tentaram o suicídio e há casos de automutilação, morte e desaparecimento. Veja sinais de atitudes que podem estar relacionadas com o jogo e saiba o que dizem autoridades e especialistas

jogo da baleia azul suicídio corte

O chamado ‘jogo da Baleia Azul’ tem gerado preocupação no Brasil e no mundo. O passatempo, disputado pelas redes sociais, propõe ao jogador 50 desafios macabros que vão desde a automutilação até o suicídio.
Tudo funciona como uma espécie de “siga o mestre” – quem dita as regras e propõe os desafios é um mentor, o qual envia aos participantes mensagens com instruções do que fazer e solicita fotos como prova do cumprimento das tarefas.
Os jogadores geralmente são crianças e adolescentes, que, além de estarem mais suscetíveis a influências de terceiros, passam mais tempo em redes sociais.
Tudo começa de maneira “leve” – no início, são delegadas aos jogadores tarefas como assistir a filmes de terror, ouvir músicas psicodélicas e desenhar uma baleia azul em um papel. Com o passar dos dias, os adolescentes chegam a ser desafiados a se pendurarem em lugares altos e se automutilarem, ou até tirarem a própria vida.
Ao que tudo indica, o jogo Baleia Azul teve início na Rússia, em 2015, quando uma jovem de 15 anos cumpriu a última tarefa e pulou do alto de um edifício.
Dias depois, uma adolescente de 14 anos se atirou na frente de um trem. Os episódios fizeram as autoridades do país começarem uma investigação que ligou os incidentes a um grupo que participava de um desafio com 50 missões.
A preocupação com o jogo aumentou no ano passado, quando diversas fontes divulgaram, sem confirmação, 130 suicídios supostamente vinculados a comunidades virtuais identificadas como “grupos da morte”.
Diversos países, como a Inglaterra, França e Romênia têm enviado alertas aos pais depois que adolescentes apareceram com cortes nos braços e sinais de mutilação.
No Brasil, uma menina de 16 anos morreu no Mato Grosso após se afogar em uma lagoa na região central de Vila Rica, a cerca de 1.200 km de Cuiabá. A principal suspeita da polícia é a de que a jovem, que apresentava cortes nos braços, participava do jogo da Baleia Azul.
A polícia brasileira também investiga a participação de alunos de João Pessoa em grupos de automutilação e morte, além das denúncias de que os curadores do game estariam ameaçando os jovens que tentassem desistir dos desafios. Jogos que apresentam riscos letais viraram moda entre muitos adolescentes.
No ano passado, um garoto de 13 anos morreu após se enforcar na casa do pai, no litoral sul da capital paulista.
As autoridades recomendam às famílias a monitorarem o uso da internet dos filhos, frequentarem suas redes sociais, observarem comportamentos estranhos e, sobretudo, conversarem e conscientizarem os adolescentes a respeito das consequências de práticas perigosas.
Com os jovens que apresentam tendência à depressão, a atenção deve ser redobrada, pois eles costumam ser especialmente atraídos por jogos como o da Baleia Azul.

Origem

Segundo o presidente da Safernet, Thiago Tavares, o jogo foi um “fake news” (notícia falsa) divulgada por um veículo de comunicação estatal da Rússia que se espalhou a partir de 2015.
“Era um ‘fake news’, mas existe um efeito que, sendo verdadeira ou não, a notícia gera um contágio, principalmente entre os jovens. O jogo não existia, mas com a grande repercussão da notícia, pode ter passado a existir.”
Tavares lembra que o “efeito contágio” tem suas consequências reais, e não virtuais. “O efeito contágio é um fenômeno muito anterior à internet, e particularmente comum entre adolescentes e jovens.”

Dicas para a prevenção

Uma mudança brusca de comportamento pode ser sinal de que a criança ou o adolescente esteja sofrendo com algo que não saiba lidar, segundo Elizabeth dos Reis Sanada, doutora em psicologia escolar e docente no Instituto Singularidades.
“Isolamento, mudança no apetite, o fato de o adolescente passar muito tempo fechado no quarto ou usar roupas para se esquivar de mostrar o corpo são pistas de que sofre algo que não consegue falar”, diz.
Para entender se a criança ou adolescente está com problemas é fundamental que os pais se interessem por sua rotina. Elizabeth reforça que este deve ser um desejo genuíno, e não momentâneo por conta da repercussão do “Jogo da Baleia”.
“Os pais devem conhecer a rotina dos filhos, entender o que fazem, conhecer os amigos”, afirma a Elizabeth. Ela lembra que muitos adolescentes “falam” abertamente sobre a falta de motivação de viver nas redes sociais. Aos pais cabe incentivar que os filhos tenham projetos para o futuro, tracem metas como uma viagem, por exemplo, e até algo mais simples, como definir a programação do fim de semana.
Filhos devem se sentir acolhidos no âmbito familiar, por isso, Elizabeth reforça que é necessário que os pais revertam suas expectativas em relação a eles. “É preciso que o adolescente se sinta à vontade para falar de suas frustações e se sinta apoiado. Se ele tiver um espaço para dividir suas angústias e for escutado, tem um fator de proteção”, afirma Elizabeth.
Angela Bley, psicóloga coordenadora do instituto de psicologia do Hospital Pequeno Príncipe, diz que o adolescente com autoestima baixa, sem vínculo familiar fortalecido é mais vulnerável a cair neste tipo de armadilha. “O que tem diálogo em casa, não é criticado o tempo todo, tem autoestima melhor, tem risco menor. Deixe que ele fale sobre o jogo, o que sente, é um momento de diálogo entre a família.”
Angela reforça que muitas vezes o adolescente não tem capacidade de discernir sobre todo o conteúdo ao qual é exposto. “Por isso é importante o diálogo franco. Não pode fingir que esse tipo de coisa não existe porque ele sabe que existe.”
O adolescente precisa buscar as pessoas em que confia para compartilhar seus anseios, seja no ambiente escolar ou familiar, segundo as especialistas. “Que ele não ceda às ameaças de quem já está em contato com o jogo e entenda que quem está a frente deles são manipuladores”, diz Elizabeth.
Assim como a família, as escolas podem ajudar a identificar situações de risco entre os alunos. “Não é qualquer criança que vai responder ao chamado de um jogo como esse, são os que têm situações de vulnerabilidade. A escola ajuda a construir laços e tem papel fundamental de perceber como os alunos se desenvolvem”, afirma Elizabeth.
Alguns colégios, já cientes da viralização do jogo, começaram a pensar em alternativas para aumentar a conscientização sobre a importância de cuidar da vida. No Colégio Fecap, que fica na Região Central de São Paulo, essa ideia virou projeto escolar: a turma de alunos do ensino médio técnico de programação de jogos digitais começou a criar uma espécie de “contra-jogo” da Baleia Azul.
“O jogo ainda está sendo produzido pelos alunos. Eles estão se reunindo e debatendo a questão. Serão 15 desafios de como desfrutar melhor da vida e celebrá-la”, conta o professor Marcelo Krokoscz, diretor do colégio.
Durante o curso, os estudantes aprender a aplicar linguagens de programação para criar jogos para computadores, videogame, internet e celulares, trabalhando desde a formação de personagens, roteiros e cenários até a programação do jogo em si. Segundo Krokoscz, a ideia é que o jogo, ainda sem prazo de lançamento, esteja disponível on-line para o público em geral.
Ele afirma que o objetivo é a ajudar os jovens a verem o lado bom da vida. “Impacta mais fortemente nossos alunos a partir do momento que eles mesmos criam um jogo a favor da vida.”

Veja 10 sinais de atitudes dos adolescentes que podem estar relacionadas com o jogo:

1. Mutilações na palma da mão
2. Ele assiste filmes de terror/psicodélicos com frequência
3. Mutilações nos braços – cortes grandes com desenhos de baleia ou qualquer outro animal
4. Desenhos de baleia
5. Posts em redes sociais com os dizeres “#i_am_whale” (“Eu sou uma Baleia”).
6. Sair de casa em horários estranhos – madrugada principalmente
7. Cortes nos lábios
8. Furos nas mãos com agulhas
9. Arranjar brigas
10. Evitar conversar durante muitas horas